Actores nacionais unidos em festival


4 de Agosto, 2015

A terceira edição da Maratona de Teatro termina hoje, no Namibe, com a participação de vários grupos de Benguela, Huambo, Huíla e Luanda,  assim como um balanço positivo devido a adesão do público e a diversidade temática dos espectáculos exibidos.

Os 14 grupos, que actuaram nos palcos do Namibe, desde a passada sexta-feira, dia 31 de Julho, procuraram apresentar espectáculos mais assentes nas próprias realidades sociais das suas regiões, de forma a mudar, em chamadas de atenção social, o pensamento das pessoas.
Os destaques desta edição foram os grupos Omwenho, Catjud, Colacerma, O’Vakongo, Artes da Welwitshia, Orquídea, Luzes ao Palco, Tchakwokwo, Horizinte D’Arte, Efetikilo, Vilinga Teatro, Ima Ioso, Angelicanjo e N’Samuni Teatro.
Durante a actividade, que tem também como uns dos seus objectivos incentivar a troca de intercâmbio entre os grupos participantes, foram ainda apresentadas peças com conteúdos educacionais.
O director do projecto disse, no final, que o teatro angolano regista uma certa evolução em termos quantitativos e qualitativos. “Hoje já temos um público mais atento e exigente que não quer espectáculos simples, o que leva os grupos a fazerem um esforço maior para criar peças capazes de convencer o público. Neste sentido, os espectáculos com forte pendor educacional têm sido os favoritos”, explicou Gervásio Gourgel.
O responsável adiantou ainda que a intenção da maratona é divulgar, particularmente entre os jovens, mais informações sobre os hábitos e a cultura angolana, através do teatro. A província do Namibe conta actualmente com dez grupos de teatro.

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