Cultura

“Arte que Fica na História” exposta no Palácio de Ferro

A exposição “A Arte que Fica na História - Projecto 25 em Sete Tons”, uma mostra colectiva que junta seis jovens artistas, está patente até o próximo dia 28, no Palácio de Ferro, em Luanda, pelo Caixa Artes, para marcar os 25 anos de existência do Caixa Angola.

Artista plástico destaca a cor vermelha na exposição de estreia
Fotografia: DR

Thó Simões, Nelo Teixeira, Cynthia Perez, Elisângela Rita, Osmar Edgar e Tucunaré Lopez, seis artistas conhecidos pela sua versatilidade, apresentaram obras nas disciplinas de pintura, instalação, performance, fotografia, escrita e vídeo arte, recriando uma ponte entre o passado, o presente e o futuro, num diálogo constante entre as gerações e os seus respectivos modos de vida.
Com curadoria do artista plástico Thó Simões, a exposição multidisciplinar reflecte o carácter holístico da intervenção social do Caixa Artes, representando uma aposta consistente numa nova geração de artistas, com novos modos de representação da vivência nacional. “Desde a sua criação, em 2017, o Caixa Artes tem apostado na arte, porque ela desempenha um papel importante no desenvolvimento das pessoas e na coesão social, vectores incontornáveis para o desenvolvimento integral do país. A expressão criativa proporciona novas perspectivas, inspira e liga as pessoas através dos seus modos de representação do passado, presente e futuro”, disse Ana Seabra, directora de Marketing do Caixa Angola.
A exposição multidisciplinar traduz a importância que o Caixa Angola atribui ao desenvolvimento do cenário artístico e cultural, evidenciada pelo investimento significativo em obras de arte, que constituem um acervo - A Arte que Fica na História - acumulado ao longo dos seus 25 anos de existência.
Por outro lado, mais do que um evento, a iniciativa pretende garantir acesso do público às obras de grandes nomes da nossa praça, como António Ole, Neves e Sousa, Benjamim Sabby e Mendes Ribeiro.

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