Arte viva no Pavilhão de Angola


14 de Maio, 2017

Fotografia: Edições Novembro |

A ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, considerou, sexta-feira, na Itália, que o projecto “Memórias magnéticas/Ressonância histórica”, apresentado no Pavilhão de Angola, na 57ª edição da Bienal de Veneza, oferece um olhar de grande gabarito sobre a trajectória histórica e cultural de Angola.

Ao discursar na cerimónia de abertura do Pavilhão de Angola, sob o lema “viva arte viva”, a ministra afirmou que “estamos perante uma trajectória de 4 décadas artísticas que nos retrata a história aliando o passado às vivências e ritmos do presente, passando pelo imaginário da nossa mística cultural, mergulhando a nossa percepção na viagem dinâmica e circular do Carnaval da Vitória”.
A mostra, sob a curadoria do cineasta e artista plástico António Ole, segundo Carolina Cerqueira leva-nos a deambular ao ritmo da música do Ngola Ritmos, à homenagem ao Presidente António Agostinho Neto, Primeiro Presidente de Angola, no Caminho das Estrelas, numa intensa linguagem lírica de escritores angolanos. A ministra referiu ainda que a exposição se traduz num ensaio artístico que em dia chama a atenção para a importância do ambiente e a proteção da fauna. O Pavilhão de Angola conta com o patrocínio da Fundação Sindica Dokolo  e de outros investidores privados angolanos. Prestigiaram a cerimónia de abertura várias individualidades, entre as quais os embaixadores de Angola na Itália e no Vaticano, a secretária de Estado das Relações Exteriores e o vice-governador provincial de Luanda para a Área Social.

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