Cultura

Artistas são distinguidos em concurso nos EUA

Roque Silva

A dupla Yobass, Chetekela e Glória Silva conquistaram os primeiros prémios internacionais na V edição dos African Entertainment Awards, realizada no fim-de-semana, nos Estados Unidos.

Yobass arrebatou o galardão de melhor grupo, Cheketela venceu a categoria de melhor artista africano em ascensão, enquanto Glória Silva foi eleita a melhor artista gospel.
Na gala, realizada sábado, no Jim Wise Teather, do Kupfrian Hall, no Instituto de Tecnologia de Nova Jersey (N.J.I.T), nos Estados Unidos, foram divulgados e entregues os troféus aos vencedores das 30 categorias em concurso. Matias Damásio (ausente) conquistou o prémio de melhor artista do Centro e Oeste de África.
Antes de receber o troféu de melhor grupo, a dupla, formada por Yola Araújo e Bass, actuou na gala, onde interpretou os temas “Vale de Milhões” e “Me fizeste como”, performance que recebeu muitos aplausos.
Chetekela também integrou o cartaz dos artistas convidados para actuar na gala, mas não esteve presente. Por este motivo, o artista recebeu o troféu no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, das mãos da representante do concurso da lusofonia, a angolana Nilza Lima, que também foi galardoada com o troféu de agente angolana mais influente.
Os artistas referenciados fazem parte de uma lista de 23 angolanos nomeados na V edição dos prémios. A representante do concurso para a lusofonia considerou satisfatória a participação dos artistas nacionais, pelo facto de o número de troféus ter superado os anteriores.
A cantora Yola Araújo, que venceu, pela primeira vez, um prémio internacional em dupla, já foi premiada noutras ocasiões na qualidade de artista individual, tendo recebido a última distinção na edição passada do concurso, na qual foi distinguida como a melhor artista feminina dos Países de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). Enquanto o cantor Bass vence pela primeira vez um troféu internacional.
Os prémios distinguem os artistas africanos que mais se destacaram, no prazo de um ano, nos países de origem e na diáspora. O concurso foi criado com o objectivo de valorizar e a expandir os estilos africanos, internacionalmente.

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