Artistas devem estar legalizados


2 de Junho, 2015

Fotografia: DR

Os músicos, declamadores, humoristas e outros fazedores de arte da Província de Malanje foram aconselhados, ontem, em Malanje, pelo chefe do Departamento de Artes e Acção Cultural, Francisco André Ngola, a procederem à  sua legalização junto dessa instituição afecta ao Ministério da Cultura.

O responsável, que falava durante um encontro com artistas jovens, informou que o apelo visa  evitar quaisquer constrangimentos que condicionem o desenvolvimento das suas actividades e é uma forma de se fortalecerem as relações entre o Ministério da Cultura, e o governo provincial com os artistas e agentes culturais. Francisco André Ngola disse que o processo de legalização é célere, pelo que o artista deve  constituir os documentos pessoais exigidos e fazer o pagamento dos emolumentos correspondentes a sua categoria. Afirmou que tal procedimento permite uma maior organização dos artistas, bem como constituir um passo importante na sua carreira, sem o qual poderão estar privados de certos apoios indispensáveis para a realização dos seus projectos.
Com a falta da legalização, adiantou, o artista incorre em ilegalidade e que pode ficar condicionado ao exercício da sua actividade. O encontro foi promovido pela Direcção Provincial da Cultura, e visou elucidar os artistas ilegais sobre as vantagens e a necessidade de legalizarem-se. Actualmente existem em Malanje mais de 200 artistas de distintas categorias: músicos, teatro, dança, literatura e artes plásticas.

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