Cultura

Casa da Cultura do Cunene continua sem actividade

A entrada em funcionamento da Casa da Cultura da província do Cunene, inaugurada em Agosto de 2017, está condicionada devido à falta de apetrecho em termos de equipamentos e mobiliário.

Inaugurada há dois anos infra-estrutura continua encerrada
Fotografia: José Cachiva | Angop

Um ano depois da inauguração, a obra corre o risco de degradação, pelo facto de estar em desuso, associada à falta de manutenção. Foram efectuados vários contactos com o director do Gabinete da Cultura para mais esclarecimento, mas sem efeito.
O empreendimento en-contra-se sob custódia do Governo da Província, de quem também depende o apetrechamento em termos de mo-biliário, computadores, obras artísticas e livros.
Avaliada em 490 milhões e 572 mil e 737 kwanzas, a Casa da Cultura é um edifício  com dois pisos que dispõe de salas de leitura, espaço de multimédia, auditório para 60 pessoas, oito gabinetes, bibliotecas infantil e para adultos e uma cúpula destinada ao museu, entre outros compartimentos.
O historiador Atanásio Mendes Ndafimana disse que o funcionamento da instituição é de grande valia para a província, em particular para os agentes culturais, que ganham um espaço de inclusão e promoção de actividades culturais.
Destacou a importância para a província porque dispõe de um espaço adequado para interacção, investigação e exposição de artefactos e outros artigos sobre hábitos e costumes de várias etnias da região e a divulgação dos instrumentos tradicionais.

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