Cultura

Companhia Enigma Teatro exibe espectáculo na Trienal

A companhia Enigma Teatro exibe hoje, às 20h00, no Palácio de Ferro, a obra “O Sujeito e a Azarada” no quadro das actividades da III Trienal de Luanda, que decorre desde Novembro de 2015, sob o tema “Da utopia à realidade”, depois de apresentar no dia 10 de Novembro do ano passado peça “A Grande Questão” no mesmo espaço.

Pácio de Ferro
Fotografia: Jaimagens| Edições Novembro

Escrita e dirigida por Tony Frampênio, director e encenador da companhia, “O Sujeito e a Azarada” é um drama sobre os problemas das relações conjugais repentinas, com particular realce para àquelas feitas a partir das redes sociais.
Durante 60 minutos, os actores Puto F e Teresa Colombrian dão corpo à história de dois jovens que se conhecem nas redes sociais e, num curto período de tempo, começam a relação que para a surpresa dos mesmos, começam a partir daí inúmeros problemas da vida a dois.
Com uma dose pedagógica, a obra mostra possíveis soluções para quem esteja a viver situação similar. “Às vezes, os jovens tendem a tirar conclusões precipitadas e relacionam-se sem antes conhecerem o parceiro. Sendo assim, propomos uma reflexão em torno desta realidade. Entretanto, já que vivemos na era das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Procuramos criar uma peça que fosse capaz de apresentar novas técnicas de representação”, afirma Tony Frampênio.
Fundada em 1998, a partir da fusão dos grupos Os Makotes (1987) e Komba Meneck (1997), a Companhia Enigma Teatro foi vencedora, em 2010, do Prémio Cidade de Luanda e, em 2014, do Prémio Nacional de Cultura e Artes, atribuído anualmente pelo Ministério da Cultura e, no ano 2015, arrebatou o troféu máximo do Prémio Angola 40 anos de Independência.

Grupo Kituxi


O grupo Kituxi, considerado uma das principais referências da Música Tradicional Angolana, volta a participar, hoje às 16h00, no projecto da III Trienal de Luanda, que visa promover o resgate da música de raiz.
O grupo, que apresentou pela última vez na Trienal no dia 11 de Maio, actua esta tarde com Inó Gonçalves (tambor solo), Zé Fininho (dikanza), Raúl Tolingas (tambor baixo), Nando Francisco (mukindu) e Jorge Mulumba (voz principal, hungu e puíta).
A formação brinda uma vez mais os apreciadores o público da Trienal com temas como “Mu Ilumba”, “Dingongenu dia Mona”, “Ngitabulé”, “Nza Mundelé”, “Santa Maria”, “Amba” e “Nzala”.

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