Cultura

Curso de nível I e II domina manhãs da 23ª edição da taça

Teresa Luís | Brazzaville

A Confederação Africana de Andebol (CAHB) realiza desde quarta-feira, um curso de treinadores de nível I e II, destinado aos técnicos congoleses e estrangeiros, que participam na 23ª edição do CAN da modalidade em Brazzaville, Congo.

Paul Enduran, representante da IHF, é um dos prelectores
Fotografia: José Soares | Edições Novembro

Sob a prelecção de Paul Enduran, representante da Federação Internacional (IHF), durante seis dias, os treinadores têm a oportunidade de aprimorar os seus conhecimentos.
O Jornal de Angola apurou junto de Pedro Godinho, vice-presidente da CAHB, que, desde o africano de Argel, a CAHB oferece ao país organizador uma acção formativa.
“Qualquer treinador interessado pode participar. São clinics qualificadores para as categorias 1 e 2. Em Luanda, costa-marfinenses e camaroneses aproveitaram e receberam os diplomas”, explicou.
Durante a prova, o Comité Executivo da confederação revê também os documentos discutidos no congresso extraordinário de Abidjan e adopta
novas sanções.
“Haverá uma actualização na tabela de sanções. Pela primeira vez, a CAHB adoptou o mesmo sistema da IHF, obrigando todas a selecções a colocarem os nomes das jogadoras nas camisolas e não só dos países”, explicou.
Ainda à margem do CAN, o espanhol Ramon Galego, presidente da Comissão de Formação e Promoção de Árbitros da IHF, avalia o desempenho das dez duplas convocadas, sendo duas de categoria continental.
“Eventualmente, os pares africanos podem subir de categoria. Após os jogos, há um clinic, onde é avaliado a actuação dos homens do apito. Depois, são submetidos aos testes teóricos e é ali onde reside a insuficiência dos árbitros angolanos, por muito bem que apitem. Há um fraco domínio da língua inglesa”, lamentou Pedro Godinho.

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