Universitários entram em cena

Mário Cohen |
16 de Setembro, 2016

Fotografia: DR

Os grupos de teatro Nguizane Tuxikane, Etu Lene e Oásis são homenageados hoje às 17h00, no auditório Roberto de Almeida da Universidade Jean Piaget de Angola, em Luanda, na V edição do Festival de Teatro Universitário, pelo contributo prestado em prol do desenvolvimento das artes dramáticas no país.

A distinção da organização do Festival de Teatro Universitário é extensivo aos actores Sebastião Cristão de Almeida, personagem Kassinda, da peça “Kassinda Não Volta Atrás”, do grupo Nguizane Tuxikane, Avelino Viegas, o Kamba Mbinji, da peça “O Feiticeiro e Inteligente”, do Etu Lene, e a actriz e directora do Oásis, Victória Soares “Totonha”, assim como a todos os institutos superiores que apoiaram o desenvolvimento do teatro em Angola.
O coordenador do festival, Hermenegildo Aguiar, disse, ontem ao Jornal de Angola, que participam na iniciativa oito grupos de teatro de instituições do ensino superior, de três províncias do país, nomeadamente das universidades Católica de Angola, Agostinho Neto, de Belas, Jean Piaget de Angola, José Eduardo dos Santos, do Bie, Instituto Superior de Artes, Instituto Superior Técnico de Angola e o Instituto Superior Politécnico Maravilha, de Benguela.
A actividade, que decorre ate ao próximo dia 24, reserva a partir de domingo duas sessões diárias, às 19h30 e às 20h30, na sala da Liga Africana. Amanhã, está agendado, um sessão única, a partir das 19h00, na Liga Africana, que começa com uma homenagem a Agostinho de Neto, pela Associação de Teatro Universitário, seguido a exibição da peça “A Ciência e Doutor-Mania”, pelo grupo da Universidade Agostinho Neto.
Para a abertura, hoje, na Universidade Jean Piaget de Angola, além das homenagens, o programa reserva a exibição do espectáculo “Kassinda Não Volta Atrás”, pelo grupo Nguizane Tuxikane, que narra a história de um pai (Namunda) que tem uma linda filha cujo nome é Tchifole, muito cobiçada na aldeia de Lunge, com idade de se casar.
Para tal o pai dá apenas duas condições para quem quiser casar com filha: o homem que quiser casar com Tchifole  tem de morar em sua casa, já que a família é bastante reduzida.No desenrolar da peça, papá Namunda adoece e chega ao ponto de morrer. O genro tem de ser enterrado vivo com ele.

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