Discos do passado em mostra

Manuel Albano |
22 de Janeiro, 2016

Fotografia: Arquivo do centro cultural de Catete |

A preservação do acervo musical angolano deve continuar inserida nas prioridades do Ministério da Cultura, defendeu, quarta-feira, em Luanda o director nacional da Acção Cultural, Carlos Vieira Lopes.

Falando na cerimónia inaugural da exposição “Memórias de Vinil: 50 a 90 - Quatro décadas de música angolana” no Centro Cultural Agostinho Neto, na vila de Catete, Carlos Vieira Lopes disse que a iniciativa espelha a riqueza da música popular do passado. “O material exposto permite ao público fazer uma viagem ao passado e conhecer alguns dos principais nomes e momentos da história cultural do país”, disse.
Carlos Vieira Lopes considerou a exposição um meio importante para a divulgação da música popular angolana entre os jovens. “Estes arquivos são fontes de pesquisa para que a juventude conheça as matrizes da canção nacional e adoptar como modelo de execução e interpretação”, frisou o director nacional da Acção Cultural. A mostra fica patente ao público até 20 de Maio e está inserida no programa de festividades do Dia Nacional da Cultura, assinalado a 8 de Janeiro.  Discos dos cantores e músicos que marcaram as décadas de 60,70 e 80, com realce para os agrupamentos Ngola Ritmos, Nzagi, Os Jovens do Prenda, Kiezos, Merengues, Kissanguela, S.O.S, os músicos Elias Dya Kimuezo, Teta Lando e Carlos Lamartine estão patentes ao público na mostra.
A administradora-adjunta do município de Icolo e Bengo para a Área Política, Social e das Comunidades, Margarida Pedro, e o director da Biblioteca Nacional de Angola, João Lourenço, assistiram ao acto de inauguração.

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