Falta de segurança no Museu dos Reis


16 de Março, 2016

O conservador provincial do património histórico e cultural do Zaire disse na segunda-feira à Angop ser importante a criação de uma brigada de protecção ao Museu dos Reis do Congo, em Mbanza Congo.

Zolela Manós justificou a opinião por “as portas dos anexos do museu onde decorrem  julgamentos tradicionais serem arrombadas frequentemente por desconhecidos” e “haver doentes mentais que pernoitam no recinto.
O responsável disse que a falta de segurança põe em perigo o acervo do museu, criado na década de 1980, mas que em 1992 deixou de funcionar devido à guerra e apenas  reabriu há cerca de nove anos após reabilitado. O museu tem actualmente em exposição 94 peças das 144 que possui e que simbolizam as diversas manifestações culturais, tradições, os hábitos e costumes dos povos das regiões que abarcavam o reino, assim como objectos pessoais dos soberanos.
Com dimensão regional,  o museu dos Reis do Congo faz parte da zona delimitada, classificada como património histórico nacional, pelo Ministério da Cultura. Essa classificação constitui um dos passos fundamentais para a candidatura desta localidade a Património Mundial pela UNESCO, cujo processo está em curso.

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