Cultura

Festa da canção de Luanda exalta novas tecnologias

Edivaldo Lemos

A 23ª edição do Festival da Canção de Luanda acontece dia 25 e homenageia as novas tecnologias de informação e comunicação no formato “live”, através de uma rapsódia interpretada por artistas consagrados do mercado nacional.

Festival tem consagrado os compositores e descoberto talentos
Fotografia: Paulo Mulaza | Edições Novembro

A decisão foi anunciada pela directora executiva do festival, Carla Romero, para quem “a rapsódia, inspirada em várias canções do mercado nacional e internacional, servem para chamar atenção do papel da informação na divulgação da cultura”.

“Convidamos cantores jovens que já participaram no concurso, assim como artistas consagrados, de forma a promover um encontro de gerações”, disse, adiantando que constam no elenco no-mes como Givago e Margareth do Rosário, as duas principais atracções.


Esta edição do festival, esclareceu, acontece no formato “live”, numa produção conjunta com a Televisão Pública de Angola (TPA), como forma de prevenção à Covid-19. Por isso, adiantou, a direcção do festival “foi obrigada” a retirar o prémio de melhor produção.

O Festival da Canção de Luanda deste ano, destacou, tem dez concorrentes, que vão interpretar temas de diversos compositores e outros próprios. Alguns concorrentes como Tukayana Lópes, que interpreta “Rosa Branca”, de Matias Damásio, e Gari Sinedima, a cantar “Angola”, de David Manuel, vão ter o trabalho de disputar o título com nomes como Toni do Fumo Júnior, Aylasa Tchipilica, Rita Ferreira, Joélson Missula, Heróide, Neide da Luz, Glória da Lu e Lio Francis.
O priojecto é uma tradição de 22 anos, criado para privilegiar o surgimento de novos talentos, numa iniciativa da Rádio Luanda Antena Comercial (LAC).

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