Cultura

Festival encerra com balanço positivo

Manuel Albano |

Despertar o gosto pelas artes dramáticas e promover espectáculos de teatro dedicados às crianças foi o principal objectivo da Mostra de Teatro Infantil que decorreu de segunda-feira a sexta-feira no Centro Cultural Rebita, na Ilha do Cabo, em Luanda.

Exibição de peças dedicadas à criança garante o surgimento de novos actores em Luanda
Fotografia: Edições Novembro |

Em declarações ao Jornal de Angola, a promotora da iniciativa, Liliana Njinga, felicitou os grupos pelo empenho que permitiu dar visibilidade ao teatro praticado por crianças na capital angolana.
O festival, que contou com a participação de dez grupos, permitiu a troca de experiências e uma maior conexão entre crianças, encarregados de educação, encenadores e o público. A Mostra de Teatro Infantil, que visou comemorar o 16 de Junho, dia consagrado à criança africana, serviu igualmente para uma reflexão sobre percurso a seguir para o crescimento do teatro infantil em Angola.
Liliana Njinga disse esperar que nas próximas edições haja uma maior participação dos grupos infantis de Luanda, tendo para isso apelando às instituições do Estado e privadas para apoiarem a iniciativa. O futuro do teatro infantil, sublinhou Njinga, “passar também por se apostar na base para permitir o surgimento de novos actores”.
No festival, o Grupo Amor e Arte apresentou a peça “Intervalo Maior”, o Tata Yetu exibiu “O corpo humano” e a Companhia de Teatro Arte Sol levou a cena a obra “Menina que não sabia dançar”.O grupo infantil Kirikiki-Kirikika apresentou a peça “Não chores, palhaço” e as Companhias de Teatro Hamirano e EGIP apresentaram as peças “O Sapo e a Rosa” e “Sónia e o Rei roubam a voz”, respectivamente.
No encerramento da primeira edição da Mostra de Teatro Infantil, o colectivo Tuzolana, promotor da iniciativa, apresentou o espectáculo “A Ilha dos Sentimentos”.  Na abertura do festival, este mesmo grupo exibiu a peça “Capuchinho Vermelho”.

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