Filme clássico é relembrado


17 de Dezembro, 2014

Na segunda-feira completaram-se 75 anos que “E Tudo o Vento Levou”, produzido por David O. Selznick e realizado por Victor Fleminge, com argumento de Sidnei Howard, um clássico do cinema, estrelou em Atlanta, Estados Unidos.

O filme norte-americano, estreado em 1939, com Vivien Leigh, Clark Gable, Olívia de Havilland e Leslie Howard como protagonistas, é um drama adaptado do livro homónimo de autoria de Margaret Mitchell.
Os escritores F. Scott Fitzgerald e William Faulkner também colaboraram no argumento.
“E Tudo o Vento Levou” continua a ser o filme que desde sempre mais dinheiro fez em bilheteiras, mesmo tendo em conta a inflação e o que mais espectadores teve, 400 milhões em todo o mundo.
Apesar de a realização ter sido atribuída exclusivamente a Victor Fleming, a verdade é que ele apenas responsável por 45 por cento do filme. Os restantes foram feitos por George Cukor, Sam Wood, William Cameron Menzies e Sidney Franklin.
A produção custou cinco milhões de dólares aos cofres da MGM, mas quatro anos depois da estreia as receitas de bilheteira já superavam os 32 milhões de dólares.
A primeira parte do filme é a visão da sociedade branca do velho sul dos Estados Unidos, com os senhores de escravos apresentados como protectores benevolentes e a causa confederada como nobre defesa da terra natal e um modo de vida.
Na segunda parte, após a derrota do Sul na Guerra Civil, são apresentados os antigos escravos com os nortistas (ianques) a explorarem os endividados fazendeiros sulistas. “E Tudo o Vento Levou” foi dos primeiros filmes a cores, com o uso da tecnologia technicolor, a conquistar o Óscar de melhor filme.

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