Cinema venezuelano ganha mais espaço


15 de Novembro, 2014

As produções cinematográficas venezuelanas ganharam mais espaço na agenda cultural deste ano, com 66 prémios obtidos em 227 festivais de cinema internacional, informaram fontes ligadas ao sector na Venezuela.

O presidente do Centro Nacional Autónomo de Cinematografia (CNAC), Juan Carlos Lossada, afirmou através das redes sociais que o resultado se aproxima dos 70 prémios obtidos em 2013.
Entre os últimos reconhecimentos, disse, está “Azú, alma de princesa”, do realizador Luís Alberto Lamata, que conquistou o prémio de melhor filme de ficção no Festival de Cinema Internacional de Latinuy, no Uruguai.
“O regresso”, de Patrícia Ortega, adiantou, é outro dos destaques por ter conquistado o título de melhor filme do III Festival Internacional de Cinema e Vídeo Indígena do México, ou “A Casa do Fim dos tempos”, de Alejandro Hidalgo, que foi eleito o melhor filme ibero-americano em Buenos Aires, Argentina.
Os dados do CNAC mostram que até à data mais de 4,12 milhões de espectadores viram os filmes em cinemas venezuelanos em 2014. O recorde, contou, é semelhante ao obtido em 1986, quando cerca de 4,120 milhões de pessoas foram aos cinemas.
A instituição recordou que ainda restam várias semanas para concluir o ano de 2014, mas tem já prevista a estreia de pelo menos quatro filmes venezuelanos.
O filme “Libertador”, realizado por Alberto Arvelo, é a produção mais vista das estreadas em 2014, com um rendimento muito alto nas bilheteiras. Depois estão “El conde solto em Hollywood”, de Benjamín Rausseo, e “Cabelo mau”, feito por Mariana Rondón.

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