Marvel Comics é exemplo de criatividade


20 de Janeiro, 2015

Fotografia: Divulgação

As mais de 700 páginas com cerca de duas mil imagens fazem da obra “75 Years of Marvel Comics”, de Josh Baker, para os admiradores deste universo e de heróis como Thor ou Capitão América no cinema.

Para comemorar o 75º aniversário da Marvel Comics, a editora Taschen publicou um livro que, disse Josh Baker, é uma “tentativa de registar a explosão de criatividade mais destacada do século XX”. “Com este livro, queremos mostrar a influência da Marvel na cultura popular durante os últimos 75 anos”, afirmou.
Em “75 Years of Marvel Comics”, o leitor encontra não apenas a história dos habitantes mais famosos da Terra 616, como o Tocha Humana, o vingativo príncipe submarino Namor ou o soldado Steve Rogers, que acabou por se tornar o Capitão América.
Também encontra as aventuras do Homem-Aranha, do incrível Hulk, do Quarteto Fantástico, do Homem de Ferro, dos Vingadores, Thor e do X-Men, mas também a história das mentes que os criaram: Stan “The Man” Lee, Jack “The King” Kirby, Steve Ditko, John Romita e John Buscema. Estes nomes que fazem parte de uma lista de 300 biografias de escritores, editores e leitores famosos que fizeram a história desta marca iniciada em 1939 por Martin Goodman.
O livro é um trabalho que faz o director de arte da Taschen sentir-se “orgulhoso, satisfeito, exausto e aliviado”, pois juntamente com o autor da, Roy Thomas, antigo editor chefe da Marvel, conseguiu construir “em menos de um ano” o “melhor livro feito até agora” sobre a história da Marvel Comics.
“Acredito que haja material surpreendente e clássico para os grandes admiradores e porque a empresa teve períodos muito diferentes fizemos possível para transmitir o sentimento de cada um com fotos e materiais de arte e produção original”. Baker declarou que com um tema “tão popular” como as histórias em banda desenhada da Marvel havia poucas coisas a serem mexidas, mas, excepto os coleccionadores “mais fanáticos e obsessivos”, os outros dos leitores vão encontrar surpresas”.
A enorme pesquisa por trás do livro, disse, foi a parte mais difícil do processo de criação, que se destinava “a fazer justiça a esse grande e importante tema”.
Como salientou, pelas suas mãos passaram “cerca de dois milhões de páginas”, entre as quais “as próprias bandas desenhadas e as intermináveis entrevistas com os autores”, além de “muita informação divulgada pelos meios de comunicação que começaram a falar sobre banda desenhada na década de 1960.
Josh Baker disse ser impossível fazer um “resumo completo” de 75 anos de história “de qualquer tema”, principalmente de “uma empresa tão prolífica e dinâmica como a Marvel”.
Por cada imagem no livro, acentuou, pelo menos uma quase tão emocionante ficou de fora e em alguns casos muitas. O livro, com edições em inglês, italiano, francês e alemão, inclui uma parte desdobrável de 1,2 metro com a cronologia dos personagens.

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