Financiamento audiovisual merece atenção da ministra


22 de Março, 2016

Fotografia: Santos Pedro

A ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, recebeu em audiência, ontem, em Luanda, o coordenador-geral do Programa Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Audiovisual, Mário Borgneth.

A ministra da Cultura recebeu informações detalhadas sobre a materialização do programa em Angola. 
Carolina Cerqueira manifestou  apoio institucional para a concepção do programa em Angola, bem como a necessidade de uma aposta forte no domínio da formação de quadros, "particularmente dos jovens, tendo em conta o potencial que o mercado angolano apresenta na vertente do audiovisual e economia cultural como ponto gerador de recursos e impulso à diversificação da economia". O Programa CPLP Audiovisual   contribui  para o intercâmbio cultural, aumento do conhecimentos mútuos e implementação de políticas públicas integradas de fomento à produção e à teledifusão de conteúdos audiovisuais.
Os projectos contemplados são oferecidos aos canais públicos de televisão dos Estados membros da CPLP e disponibilizados também no mercado internacional de cinema e televisão.

Diálogo com agentes culturais


O Ministério da Cultura anunciou, ontem, em comunicado, que reitera a disponibilidade para dialogar com os artistas na busca de vias que facilitem a divulgação, preservação e valorização dos produtos culturais angolano e dos seus fazedores. Reagindo a informações de redes sociais sobre a proibição da difusão e processo de venda de músicas do grupo de rap Força Suprema, o Ministério da Cultura esclareceu que em nenhum momento tal facto ocorreu e manifesta abertura para o diálogo com os agentes culturais.
Esse diálogo, acrescenta o comunicado do Ministério da Cultura, visa a procura de vias que facilitem a divulgação, preservação e a valorização do produto cultural angolano.
“É com este espírito que as portas do Ministério da Cultura estão    sempre abertas para ouvir os agentes culturais e deles receber sugestões e contribuições para o engrandecimento do sector, que tem como missão a preservação da identidade cultural e da angolanidade.”

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