Ganhos da independência contados em peça de teatro

Manuel Albano |Ondjiva
7 de Novembro, 2014

Fotografia: Paulino Damião

O Olonguisse apresenta amanhã às 18h00, no salão Mindo Lopes, Ondjiva, a peça “Tio Povo”, monólogo centrado nas conquistas da Independência Nacional, durante o qual a personagem fala das suas experiências antes e depois do 11 de Novembro.

A personagem, interpretada por Félix Mor, sublinha a importância a defesa da Pátria, da preservação do património e da valorização de costumes.
O grupo mantém há dois anos um programa na rádio, transmitido aos domingo às 10h00, no qual são abordados alguns aspectos sociais da comunidade local.
O porta-voz do grupo, Jeremias Cangombe, lembrou que após a Independência Nacional surgiram vários grupos de teatro no Cunene e também o crescimento das demais artes locais.
No município do Cuanhama, de onde o Olonguisse é originário, há também os grupos de teatro A voz do Mandume e Ilene Mutale.
O Olonguisse, constituído por 14 elementos, foi fundado em 5 de Maio de 2005. “O Padre e o Feiticeiro”, “Minha Filha, Minha Namorada”, “Efundula”, “A Outra” e “Casamento entre “Imãos” foram as peças com as quais obteve maiores êxitos. O grupo foi distinguido no Festival de Teatro do Cazenga de 2011 com o prémio de “melhor representação das províncias”, pela interpretação da peça “Minha Filha, Minha Namorada”, no Festival de Teatro do Cazenga (FESTECA).
Na edição do ano passado do mesmo festival venceu o prémio Identidade Cultural, com a peça “Efundula”, que retrata os aspectos culturais dos cuanhamas.
 Este ano participou na segunda edição do Festival Nacional da Cultura (FENACULT), com a peça “Efundula”.

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