Grupos artísticos e culturais clamam por salas de exibição


14 de Junho, 2014

A Direcção da Cultura no Cuanza Norte controla 189 grupos culturais, a maioria dos quais clamando por apoios em indumentárias, salas de ensaio e financeiro.

O director provincial da Cultura, David João Buba, que falava à Angop, disse que 40 grupos dedicam-se ao teatro, igual número está envolvido na promoção de danças tradicionais e modernas e 109  são agremiações carnavalescas de adultos e infantis.
Apesar das dificuldades, o estado da Cultura na província é saudável. A falta de apoio financeiro para aquisição e confecção de indumentárias, dificuldades de salas para ensaios, associadas à fraca promoção de espectáculos a nível da província são apontadas como as principais dificuldades que estão a contribuir para a extinção de alguns grupos culturais, uma realidade agravada pelo fraco interesse do empresariado local em apoiar a cultura.
As danças tradicionais hungo, mutóbongo, kassanda, kassange, marimba, rumba, kilapanga, catondje, kabetula, semba e kizomba são as predominantes na província.
Em relação à música, escultura e pintura, David João Buba disse que o sector controla 100 músicos e 16 escultores e pintores, que têm beneficiado de algum apoio material por parte da instituição.
O sector encontra-se já a trabalhar na selecção e preparação dos agentes culturais que vão representar a província no Festival Nacional da Cultura (FENACULT), a decorrer de 30 de Agosto a 20 de Setembro, após 25 anos de paralisação.

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