Há crescimento quantitativo na criação produzida no país


5 de Outubro, 2014

Belmiro Carlos, secretário-geral da União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC), afirmou, em Luanda, haver um crescimento quantitativo e qualitativo da música nacional.

Em entrevista à Angop, o também músico considera que tal crescimento é, em parte, fruto da aposta da juventude que tem colocado ao dispor dos consumidores um produto cada vez mais com a qualidade requerida no mercado nacional e internacional.
“A nossa música vai bem. Há um inequívoco crescimento quantitativo e qualitativo. Os nossos jovens estão a explorar bem os recursos que oferecem as novas tecnologias de informação e comunicação. Os nossos músicos estão também a tirar partido do incremento de contactos com ambientes musicais estrangeiros mais avançados”, reforça Belmiro Carlos.  Avançou que os músicos têm hoje níveis de performance que podem ser apreciados em qualquer parte do mundo, enfatizando que a música angolana goza de boa saúde.
“É pena que ainda sejamos muito pouco a fazer a nossa música de verdade. Música séria. Portanto, não incluo na minha avaliação algumas manifestações que, podendo ser artísticas, duvido que possam ser  consideradas como musicais”, disse.
Relativamente a introdução na música angolana de novos instrumentos musicais, de tecnologia moderna, Belmiro Carlos adianta que não se deve ser radicalista ao ponto de se sonegar o desenvolvimento tecnológico da humanidade em nome da defesa dos valores culturais endógenos.

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