Cultura

Hélder Mendes canta hoje no Elinga Teatro

Analtino Santos

Hélder Mendes quebra o jejum e volta a pisar, hoje, às 19h30, o palco do Elinga Teatro, com o concerto denominado “Tipo Teatro”, num evento que tem o apoio do Goethe - Institut, que no ano passado levou o artista a um festival de música africana na Tanzânia.

Fotografia: Paulo Mulaza | Edições Novembro

Hélder Mendes tem a particularidade de cantar em várias línguas nacionais e misturar vários ritmos, com destaque para o kilapanga, soul, afro-beat, ritmos congoleses e funk, interpretando “Matsanga Mami”, “Dikumbi”, “Phala Kusanguluka”, “Longeso”, “Maliji”, “Kimboliami”, “Mandume” e revisita Teta Lando em “Kimbemba” e “Negra de Carapinha Dura”. Nascido em Ndalatando, província do Cuanza-Norte, o jovem notabilizou-se com a adaptação do tema de roda infantil “Hanjikita”. É descendente de uma família de músicos: o seu avô materno foi compositor e cantor na Igreja Metodista e as tias pertenciam ao grupo coral da mesma.
No Reino de Espanha, em Sevilha, gravou o seu primeiro disco “África Okwaba”. Em 2010, Hélder Mendes voltou para gravar o segundo disco: “Vumbi” e tem “Elefante Branco”, terceiro trabalho discográfico. Hélder Mendes traz um afropop made in Angola, marcado com a versão de “Muxima” no estilo rock e tem como influências nacionais Waldemar Bastos e Filipe Mukenga e africanas Youssour Ndour, Angelique Kidjo, Salif Keita e Baaba Maal.

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