Cultura

Horizonte reabre novo espaço cénico

Manuel Albano

A promoção das artes, em especial as dramáticas, ganha maior abrangência, a partir de hoje, às 16h00, com a reabertura da sala de espectáculos da Companhia Horizonte Njinga Mbande.

Fotografia: Edições Novembro

A sala, localizada na escola Njinga Mbande, esteve encerrada, para obras, durante três anos. Agora, com o melhoramento da infra-estrutura, tem capacidade para 200 pessoas. Denominado “Anfiteatro número um”, a recuperação do espaço custou 293 mil dólares, disse, ontem, em Luanda, o actor Mauro Simão.
A reabertura da sala, adiantou, vai permitir aos grupos terem um espaço adequado, onde podem actuar com regularidade, ou promover encontros de debate sobre as dinâmicas da arte. A recuperação do espaço, explicou, é parte da estratégia de direcção da companhia para se tornar numa instituição auto-sustentada.
O grupo tem apostado no desenvolvimento das artes cénicas, através da realização de cursos de formação de actores e técnicos. Criado a 8 de Outubro de 1986, o colectivo já venceu vários galardões, com realce para o Prémio Nacional de Cultura e Artes, na categoria de Teatro, em 2007, e o prémio “Angola 30 anos”, em 2006.

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