Cultura

Horizonte Njinga Mbande encerra cursos intensivos

Manuel Albano

O colectivo Horizonte Njinga Mbande encerrou, no sábado, mais um curso de operador de câmara e edição de vídeo   frequentado por 95 jovens.
A sessão de encerramento foi marcada com a entrega de certificados, realizada no auditório Njinga Mbande, em Luanda.

Produtor Óscar Gil (ao centro) motiva os formandos a enfrentar os desafios da sétima arte
Fotografia: João Gomes | Edições Novembro

Óscar Gil sugeriu à organização a realização de uma mostra de curta-metragem, por formas a incentivar a criatividade dos recém-formados.
Encantado com o trabalho desenvolvido pela companhia Horizonte Njinga Mbande, na formação de jovens, enalteceu a iniciativa, e conside-rou que o país só se desenvolve com pessoas disponíveis em contribuir em prol das artes.
Embora a sétima arte em qualquer parte do mundo seja onerosa, incentivou a todos a darem continuidade aos projectos individuais ou colectivos e não “temerem os desafios da profissão”.
As novas tecnologias, disse, devem ser muito bem exploradas por todos, embora o caminho escolhido seja difícil e só com dedicação será possível ultrapassar as dificuldades, segundo o produtor e realizador  Óscar Gil.
Afirmou que é com os erros que se aprende, por isso, encorajou os formandos a darem continuidade em tudo que aprenderam ao longo dos três meses de formação.
O actor David Enoque, um dos coordenadores do curso, agradeceu a dedicação e em-penho de todos, que permitiu a conclusão dos cursos. “O ciclo de formação tem ajuda-do a ultrapassar determinadas lacunas que o mercado audiovisual apresenta.”
David Enoque disse que a intenção é continuar a apostar na formação dos jovens, por formas a dar uma oportunidade dos mesmos poderem desenvolver os próprios projectos, nos domínios das artes. O curso operador de câmara e edição tiveram a duração de três meses, sendo ministrados por professores nacionais, manhã, tarde e noite.

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