Cultura

Júri trabalha com artistas de Luanda

Avaliar o melhor da produção nacional para distinguir a excelência é o trabalho que o júri do Prémio Nacional de Cultura e Artes se propõe, em Luanda, com análises aos principais projectos apresentados especialmente na Trienal de Luanda.

Júri avalia qualidade dos trabalhos nas actividades realizadas
Fotografia: Maria Augusta|Edições Novembro

O presidente do júri do concurso informou, ontem, no final de uma das sessões de trabalho, que o trabalho de avaliação dos candidatos desta edição nas demais províncias do país vai ser feita pelos directores da Cultura.
Dionísio Rocha, que também é júri na disciplina de música, acrescentou que o prémio, por distinguir a excelência, não requer a entrega de candidaturas. O júri é que vai a cada uma das actividades avaliar o trabalho apresentado.
Quanto às províncias, explica,  contam com o apoio dos directores provinciais da Cultura que vão exercer um papel importante para o prémio na avaliação de diversos trabalhos artísticos. Para uma maior abrangência e análise dos candidatos, o júri, disse Dionísio Rocha, procura ter uma colaboração mais activa com os órgãos de comunicação social. Porém, disse, um dos focos desta edição é a Trienal de Luanda.
“Para alguns esse projecto recorda as actividades artístico culturais, realizadas nos anos 60 e 70, nos centros recreativos de Luanda, onde despontaram muitos músicos.”
Além de aprovar a acta da reunião anterior, o encontro corrigiu os trabalhos pendentes e perspectivou o trabalho do júri. Para Dionísio Rocha, o prémio é a mais importante distinção do Estado, criada para incentivar a criação artística e cultural, assim como na investigação cientifica, no domínio das ciências humanas e sociais.
Mário Cohen

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