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Justiça volta a negar liberdade condicional a Mark Chapman

Pela décima vez, o homem que matou John Lennon, há quase 38 anos, não se conseguiu libertar de uma pena de prisão que pode mantê-lo atrás das grades pelo resto da vida, disseram autoridades prisionais de Nova Iorque, Estados Unidos (EUA), na quinta-feira.

John Lennon foi um dos fundadores da banda The Beatles
Fotografia: DR

De acordo com a agência Reuters, um conselho estadual negou a liberdade condicional a Mark Chapman, de 63 anos, depois de uma audiência, e disse que terá que esperar mais dois anos por nova avaliação do caso, segundo informações do Departamento de Correcções e Supervisão Comunitária de Nova Iorque.
“O painel determinou que a sua libertação seria incompatível com o bem-estar e a segurança da sociedade”, disse em carta um painel de três membros do conselho estadual de liberdade condicional.
Mark Chapman, um fã obcecado de John Lennon e dos Beatles, foi condenado após disparar quando o músico chegava com a mulher, Yoko Ono, ao domicílio em Manhattan, Nova Iorque, no dia 8 de Dezembro de 1980.
O homicida foi condenado a prisão perpétua, após se ter declarado culpado da acusação de assassinato em segundo grau. Desde 2000 apresenta um pedido de liberdade condicional de dois em dois anos.

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