Kasabian é a melhor banda


25 de Fevereiro, 2015

Fotografia: Reuters |

O grupo de rock alternativo britânico Kasabian levou o prémio de melhor banda do ano no Reino Unido na gala dos prémios da revista “New Musical Express” (NME) que se realizou em Londres.

O quarteto, que não foi nomeado para os Brit Awards, os prémios da música britânica que se entregam amanhã, sobressaiu nos prémios NME com três distinções.
Além do reconhecimento como melhor banda do ano, o seu trabalho “48:13” foi considerado o melhor álbum e o seu guitarrista Serge Pizzorno conseguiu a distinção de melhor “declaração” do ano pela sua reacção ao anúncio da participação do grupo no festival de Glastonbury como cabeça de cartaz. “Cinco discos, dez anos. Nós ganhámos esta oportunidade”, foi a frase que valeu o prémio a Pizzorno. O grupo original de Leicester (centro da Inglaterra) superou como melhor banda os Alt-J, Arctic Monkeys - vencedores no ano passado - Chvrches, Royal Blood e The Libertines.
Também ficaram sem reconhecimento os álbuns “Trouble In Paradise”, de La Roux; “Royal Blood”, da banda homónima; “Run The Jewels 2”, de Run The Jewels; “St Vincent”, do grupo homónimo, e “Carry On The Grudge”, do cantor e compositor londrino Jamie T.
Este último foi, contudo, outro dos protagonistas da noite, ao ter saído da gala com outros três prémios debaixo do braço. O seu tema “Zombie” mereceu o prémio de melhor canção e o melhor vídeo do ano, enquanto o seu regresso aos palcos após perto de quatro anos de silêncio foi designado como o “momento musical” de 2014.
Royal Blood, uma das formações que actuou na gala realizada no londrino Brixton Academy, venceu por sua parte o prémio de melhor banda nova e de melhor directo. Ao palco do sul de Londres subiu o guitarrista britânico Jimmy Page, antigo membro dos Led Zeppelin, para receber o prémio especial “Rock’ n’ Roll Soul”, enquanto Alex Turner, vocalista, guitarrista e compositor dos Arctic Monkeys foi nomeado “herói do ano”.
Os membros da banda Suede também actuaram na capital britânica, após receberem o prémio de “génio divino”.
Numa ecléctica gala musical, a revista NME nomeou ainda como “vilão do ano” Nigel Farage, líder do partido populista e anti-europeu britânico UKIP. Farage impôs-se aos outros nomeados: o vocalista dos U2, Bono; o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron; o vocalista dos One Direction, Harry Styles; o humorista britânico Russell Brand e a cantora americana Taylor Swift.

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