Cultura

Laureados receberam troféus no Cine Tropical

Manuel Albano

Num ambiente sereno e cheio de "glamour", o coral do Cearte deu às boas vindas aos espectadores que se deslocaram na sexta-feira à noite no Cine Tropical, em Luanda, com a entoação do hino nacional, na gala de entrega dos troféus aos vencedores do Prémio Nacional de Cultura e Artes, edição de 2018.

Frederico Cardoso fez a entrega do prémio a viúva de Jaka Jamba
Fotografia: Dombele Bernardo | Edições Novembro

De seguida o cantor lírico Herman Barítono subiu ao palco para interpretar dois temas da sua autoria. Estava assim e de forma tímida a começar o espectáculo, quando os apresentadores Mara Dalva e Ladislau Silva subiram em palco para saudar os presentes, tendo destacado a presença do chefe da Casa Civil do Presidente da República, Frederico Cardoso, da Ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, da vice-presidente do MPLA,  Luísa Damião.
As obras expostas dos artistas plásticos Albino da Conceição e Finesa Teta ajudaram a dar um outro colorido na decoração da sala que esteve bonita, não apenas pelo cenário, mas sobretudo, por se poder ver a troca de experiência num convívio entre gerações. Dando seguimento, os apresentadores chamam ao palco o bailado da Maringa da província de Cabinda que apresentaram uma exibição de uma coreografia do seu reportório. Na sequência cronológica do guião do espectáculo Kizua Gougel, e depois Africanita interpretaram clássicos da música angolana com destaque para as canções “Belita” e “Panguiami”.
Pelo palco do Cine Tropical desfilaram ainda Pedrito com os temas “Raio de Amor” e “Massoxi”, Euclides Dalomba com “Livre serás”, “O país que venero” e “Recado no semba” e Kyaku Kyadaff que encerrou o espectáculo interpretando os temas “Mazakal”, “Reticências” e “Mônica”, antes de um dueto com António Máquina, o jovem que no concurso Unitel Estrelas ao Palco imitou o músico Robertinho.
Foram  distinguidos este ano com Menção Honrosa, a título póstumo,   Jaka Jamba, Viriato da Cruz, a título póstumo, na disciplina de Literatura, Waldemar Bastos, na Música, António Feliciano Dias dos Santos “Kidá”, na categoria de Artes Visuais e Plásticas, grupo Ngwizane Tuxikane, no Teatro, Sakaneno João de Deus, na Dança,  o realizador Misael Filipe de Almeida, a título póstumo, no Cinema e Audiovisuais,   o historiador Fidel Raul Carmo Reis, na Investigação em Ciências Humanas e Sociais, o programa televisivo “Tudo e Mais”, no Jornalismo Cultural, e os Bakama, nas Festividades Culturais Populares.

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