Leão de Ouro para sueco por questionar a existência


24 de Setembro, 2014

Fotografia: DR

O realizador sueco Roy Andersson conquistou o prémio Leão de Ouro, de melhor filme, desta edição do Festival de Cinema de Veneza, pela sua obra “A Pigeon Sat on a Branch Reflecting on Existence” .

Considerado um dos maiores “filósofos” a actuar no cinema moderno actualmente, o cineasta sueco busca nesta nova produção explorar, profundamente, em cenas algumas vezes surrealistas, a existência humana, através de personagens diferentes.
Solidão, perda, bens materiais, depressão, amores, família, capitalismo, tempo ou saúde, são basicamente os princípios usados pelo realizador para analisar a existência humana, no filme onde a narrativa não é essencial, mas sim a criação de ambientes e de situações que se confundem entre a comédia e a crítica social.
O prémio de melhor realizador foi atribuído a Andrei Konchalovsky pelo seu filme “The Postman’s White Nights”. O cineasta norte-americano Joshua Oppenheimer, “The Look of Silence”, um documentário sobre os massacres realizados na Indonésia, na década de 1960, na sequência de um golpe comunista fracassado, ganhou o prémio do júri de melhor filme.

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