Feira do Livro e do Disco aposta na diversidade


16 de Agosto, 2016

A 10ª edição da Feira Internacional do Livro e do Disco, que abre dia 22, no Centro de Formação de Jornalistas (Cefojor), em Luanda, traz como novidade a diversidade temática sobre o universo artístico angolano e internacional, de acordo com o seu director, Jomo Fortunato.

Em fase de inscrições já há uma semana, a feira vai decorrer até ao dia 28, sob o lema “Criar novos factos culturais”, e visa promover um ciclo de promoção e aumento dos hábitos de leitura e, consequentemente, debate à volta das questões que se relacionam com a produção do livro, do disco e das artes.
Segundo o director da feira, trata-se de uma oportunidade ímpar, de convívio cultural, abrindo inúmeras oportunidades comerciais, entre editores, produtores, livreiros e alfarrabistas nacionais e de países estrangeiros com representação diplomática em Angola, que pretendam dar a conhecer a sua literatura e música, nos diferentes géneros e estilos. Durante uma semana, acontecem tertúlias à volta da música e da literatura, espectáculos musicais, cinema e venda de livros e de discos a preços promocionais. Ao longo dos sete dias, editores, livreiros e alfarrabistas angolanos, bem como de países convidados, vão colocar à disposição do público os seus produtos a preços mais atraentes.
A respeito da filosofia organizacional, Jomo Fortunato referiu que o evento continua com periodicidade anual e “obedece às linhas mestras do discurso do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, proferido no III simpósio sobre cultura nacional, em 200.”
Aberta ao público com acesso livre, a cerimónia de inauguração da décima edição da Feira Internacional do Livro e do Disco está prevista para as 17h00, com a presença da ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, e o encerramento às 19h00, estando a atracção musical a cargo da cantora Anabela Aya.
De 23 a 28, no período da tarde, o ambiente vai ser reservado a sessões de lançamento de livros e assinatura de autógrafos, palestras, concertos musicais e exibição de documentários. Embora se registem constrangimentos de ordem económica e financeira, fruto da situação que o país atravessa, Jomo Fortunato, director da Arte Viva, empresa que organiza a feira, acredita que esta tem tudo para superar às expectativas.

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