Cultura

Fundação Eduardo dos Santos lança livro e filme sobre Angola

Elezar Van-dúnem

Mostrar à comunidade internacional a realidade do país, e os seus esforços em prol do crescimento socioeconómico, incentivaram a Fundação Eduardo dos Santos (FESA) a produzir o livro “Angola, um país a renascer” e o filme “Made in Angola”, sobre as potencialidades de Angola.

 

Mostrar à comunidade internacional a realidade do país, e os seus esforços em prol do crescimento socioeconómico, incentivaram a Fundação Eduardo dos Santos (FESA) a produzir o livro “Angola, um país a renascer” e o filme “Made in Angola”, sobre as potencialidades de Angola.
A afirmação foi feita pelo chefe do gabinete de Comunicação e Imagem da FESA, Jerónimo Gonçalves, durante a apresentação do documentário, no Cine Atlântico.
Jerónimo Gonçalves realçou também o compromisso da Fundação com a reconstrução nacional nestes sete anos de paz efectiva e de preservação do vasto e rico património cultural, como razões para a edição do documentário.
Em “Made in Angola” documentário com 50 minutos, são apresentadas praias nunca tocadas pelo homem, florestas tropicais virgens, desertos, savanas e cachoeiras de indescritível beleza. Os esforços do Governo e parceiros no domínio económico, social, cultural e desportivo podem, igualmente, ser vistos no vídeo, realizado em oito semanas e filmado em nove das 18 províncias, Luanda, Cabinda, Namibe, Bengo, Lunda-Norte, Kwanza-Sul, Huambo, Huila e Zaire.
O empresário norte-americano Neil Breslin, um dos responsáveis do projecto, afirmou que a filmagem do documentário, virado essencialmente para o estrangeiro, “foi uma experiência gratificante e inesquecível”. Aproveitou também a ocasião para “felicitar Angola pelos esforços desenvolvidos na reconstrução do que foi destruído em 27 anos de guerra e o empenho dos angolanos em preservar a paz”.
Outro responsável do projecto, François van den Abeele, de nacionalidade francesa, afirmou que o filme já está a ser divulgado. “O documentário está a ser exibido no continente europeu, em África, no Médio Oriente, nas Américas e na China”, declarou.
Referiu ainda que as filmagens lhe permitiram conhecer a realidade do país, a sua cultura, a beleza natural e aspectos ligados aos hábitos e costumes dos angolanos.
“Este trabalho foi uma experiência positiva, uma vez que pude conhecer a realidade e a beleza de um país com grandes potencialidades e o empenho do Governo em prol do bem-estar da população”, frisou.
O documentário tem uma tiragem de 3.000 exemplares e o livro, baseado em imagens fotográficas do vídeo, mil exemplares. O documentário “Made in Angola” foi traduzido em francês, inglês e espanhol.
O livro aborda, através de fotografias e pequenos textos, aspectos relevantes da beleza natural do país e programas de desenvolvimento em curso em Angola.
Estiveram no Cine Atlântico o grupo de Ballet tradicional Kilandukilo, que abriu a cerimónia de apresentação com danças do seu repertório, deputados, governadores, estudantes e muito público.

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