Locais históricos exigem protecção


26 de Agosto, 2014

Os antigos guerrilheiros do MPLA, no município de Buco Zau, província de Cabinda, defendem a valorização dos locais históricos da luta de libertação nacional contra a ocupação colonial portuguesa.

O major Afonso Malonda, antigo guerrilheiro do MPLA, defendeu que locais como a “Curva da Morte”, onde este partido político realizou, em 1964, o seu primeiro ataque contra as tropas coloniais portuguesas, e a “Curva da Pedra”, onde no dia 1 de Agosto de 1972, morreu o filho do antigo governador-geral de Angola, Silvino Silvério Marques, devem ter uma atenção especial, por serem parte do património imaterial nacional.
Por sua vez, Januário Dembe, regedor de Mbembo Mbote desde 1970, apontou como locais na mesma situação, os cemitérios em que repousam os restos mortais de figuras da luta de libertação nacional.
A árvore da aldeia de Caio, município de Buco Zau, no ano de 1963, onde se fez a primeira grande mobilização de jovens para guerrilha, assim como o Mongo Munzi (Morro do Munzi), onde Agostinho Neto, fazia a inspecção das tropas, constam igualmente da lista dos locais e sítios ligados à luta de libertação nacional a serem preservados.
Em função disso, ambos solicitaram a construção de um monumento à luta de libertação nacional, na aldeia de Mbundo.

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