Melhor da gravura nacional patente no Instituto Camões

Roque Silva
15 de Setembro, 2014

O talento de duas gerações de artistas angolanos está patente, até ao próximo dia 23, no Instituto Camões, em Luanda, através da mostra “Exposição Colectiva de Gravura Angolana”, inaugurada pela ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva.

A mostra, com 30 quadros, feitos com as técnicas de linografia, linogravura e xilogravura, é o resultado de uma formação na disciplina de gravura, que contou com a participação de jovens talentos e alguns dos nomes mais sonantes desta arte. Realizada no âmbito do FENACULT, a exposição tem trabalhos de Jorge Gumbe, Van, João Inglês, Clara Monteiro, Álvaro Cardoso, Manuel Ventura, Kidá, Lino Damião, Paulo Vemba, Daniadão, Paulo Ventura e José Afonso.
Os quadros descrevem, na sua temática, a vida nas cidades e musseques de Angola, as actividades no mar, os rios e campos, homenageiam o “Poeta Maior” e Viteix, com um retrato de ambos, e faz alusão aos hábitos de algumas regiões, em desenhos de rituais e manifestações artísticas.
“Crianças mutiladas”, “O meu olhar sobre Luanda”, “Tributo a Viteix”, “Família unida”, “Sagrada Esperança”, “Quitandeira”, “Série de máscaras”, “Mitos e tradições”, “Ritmos” e “Kizomba” são alguns dos títulos da mostra.
Além da inauguração da exposição foi apresentado também um placar com 20 gravuras, feitas em técnicas mistas, por estudantes da Escola Portuguesa de Luanda, formandos da artista plástica Filomena Coquenão.

capa do dia

Get Adobe Flash player




ARTIGOS

MULTIMÉDIA