Mercado de arte aumenta na Ásia


21 de Março, 2015

A edição deste ano da maior feira de arte contemporânea asiática foi considerada, pelos críticos e pela organização, um sucesso, tendo em conta, particularmente, o número de visitantes que foram a Art Basel Hong Kong, que podem chegar aos 70 mil.

A revista “Bloomberg” escreve que nunca a feira foi tão visitada, o que foi reflectido nas vendas. “Um primeiro sinal de que 2015 ia ser um ano bom para a Art Basel Hong Kong surgiu quando as galerias viram muitas das suas obras a ser compradas.  O site especializado “Art News” informou que os coleccionadores compraram “inúmeros quadros” este ano.
 “São milhares de obras de arte de pelo menos três mil artistas. Pinturas, esculturas até grandes instalações, o mundo da arte está aqui representado. Nomes emergentes ao lado de mestres de sempre como Pablo Picasso ou Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat e Damien Hirst”, descreve o site especializado “Art News”.
Para Christine Chan, directora executiva da Associação de Galerias de Arte de Hong Kong, a feira tornou-se na “principal porta de entrada” no mercado chinês, o que explica “a procura de obras de artistas da China” na feira.
O “The New York Times” destaca  a importância da feira numa cidade onde não existe um grande museu de arte contemporânea. O jornal norte-americano destaca a ascensão de Hong Kong na cena asiática e a sua ambição de rivalizar com mercados mais estabelecidos como Tóquio e Pequim.

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