Ministra da Cultura envia condolências


6 de Abril, 2015

A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, lamentou ontem a morte do decano mundial dos cineastas, o português Manoel de Oliveira, ocorrida na quinta-feira aos 106 anos.

Rosa Cruz e Silva lembra, num comunicado citado pela Angop, que o cineasta se notabilizou com dezenas de obras e levou o cinema como um sacerdócio, até ao fim dos seus dias.
Na mensagem de condolências, a ministra refere que Manoel de Oliveira deixa, sem dúvida, um grande legado às novas gerações, cujo exemplo de dedicação e amor à arte deve ser seguido. “As artes ficam mais pobres, a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa perde um cérebro cultor das Artes do cinema”, refere Rosa Cruz e Silva, na mensagem.
“Nesta hora de luto e de dor, a Direcção do Ministério da Cultura de Angola e o seu colectivo de trabalhadores inclinam-se perante a sua memória e endereçam à Secretaria de Estado da Cultura e à família enlutada as mais profundas e sentidas condolências”, conclui o documento. Aclamado pela crítica mundial, Manoel de Oliveira deixou mais de 40 filmes, entre curtas e longas-metragens. “O Velho do Restelo” foi o seu último filme.

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