Mostra em Londres sobre Arte Africana


15 de Outubro, 2014

Fotografia: Divulgação

A Fundação Sindika Dokolo vai estar presente na maior feira internacional de arte africana contemporânea, a decorrer a partir de amanhã e até domingo, em Londres, soube a Angop, em Luanda.

Em nota de imprensa, a Fundação Sindika Dokolo realça que a “1:54” é uma feira de arte dedicada exclusivamente à arte africana contemporânea, na qual participam compradores e apreciadores de arte.
No certame vão estar expostos os trabalhos de mais de cem artistas de 27 galerias, entre os quais o fotógrafo Edson Chagas.
A Fundação Sindika Dokolo é responsável por uma colecção de arte contemporânea africana, actualmente com cerca de cinco mil obras. “A minha ambição é constituir, ao longo do tempo, a melhor colecção contemporânea possível em África. Não a mais cara, nem a maior em volume, mas aquela que estimula e enriquece o melhor da cena artística africana”, refere Sindika Dokolo, patrono da fundação.
A instituição dedica-se a coleccionar, preservar, salvaguardar e difundir a produção artística contemporânea do continente africano, com especial incidência em Angola, assim como promover a reflexão e a difusão do pensamento filosófico e a estética da arte africana contemporânea.
A feira, que tem lugar no centro cultural de Londres Somerset House, apresenta as peças de arte africana de mais elevada qualidade mundial, reunindo galerias, artistas, curadores, centros de arte e museus envolvidos em projectos africanos ou relacionados com África, como forma de promover o trabalho de novos talentos junto da comunidade internacional.
A “1:54” acontece em simultâneo com o “London Frieze Art Fair”, um dos maiores eventos de arte a nível internacional, que decorre todos os anos, em Outubro, no Regent’s Park em Londres, com cerca de 68 mil visitantes anualmente.
A Fundação Sindika Dokolo foi responsável pelo lançamento da primeira Trienal Africana e prevê realizar a terceira Trienal de Luanda em 2015, incluindo uma iniciativa para estender o seu alcance artístico e educativo ao criar o primeiro Centro de Arte Contemporânea em Luanda, dedicado à pesquisa, colecção e exibição de artes visuais em Angola.

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