Cultura

Museu do Dundo carece de quadros

Três especialistas formados em Museologia, Arqueologia, Etnografia, História Natural e Antropologia são necessários para a constituição do Conselho Científico do Museu do Dundo, Lunda-Norte, de acordo o estatuto orgânico.

Fotografia: DR

A informação foi avançada ontem, à Angop, pelo director do museu, Sérgio Ilunga, realçando que a situação já foi relatada aos órgãos de tutela e a instituição aguarda pela sua resolução, tendo em conta a importância que se impõe.
Para o seu funcionamento pleno, adiantou, a instituição precisa de recuperação, em particular da Estação Arqueológica de Bala-Bala, da Aldeia do Museu e de outros projectos já cabimentados, assim como da conclusão dos espaços para guardar grande parte do acervo ainda em depósito.
Sérgio Ilunga informou que apenas 800 peças estão expostas ao público para promoção do turismo cultural, das mais de dez mil que compõem o acervo, composto por máscaras, artigos artesanais e industriais. “O resto do acervo não está exposto por falta de espaços”, lamenta.
Quanto às figuras históricas e outros artefactos ligados à história local, disse estar a ser feito um trabalho de investigação à figura do Kelendende, um dos homens que ajudou a travar os invasores coloniais na região do Lóvua.
“Existe igualmente um projecto sociocultural em desenvolvimento no museu, em parceria com distintas entidades universitárias, nacionais e estrangeiras, para a investigação e elevação de Sona a Património Mundial”, rematou.

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