Artista dos Rolling Stones regressa aos álbuns a solo


19 de Julho, 2015

Fotografia: reuters

O guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, apresenta no dia 18 de Setembro o seu terceiro álbum a solo, “Crosseyed Heart”, com 15 canções, com influências de rock, country, blues e reggae.

O novo CD, apresentado 20 anos depois do seu último CD, está a gerar inúmeras opiniões entre os críticos, porque os álbuns a solo dos Rolling Stones não têm tido grande expressão comercial ou artística.
O CD de Keith Richards revela um músico multifacetado a tocar guitarra eléctrica e acústica, baixo, a cantar e a fazer parte dos coros.
“Porém, isso não significa, claro, que tenha feito tudo sozinho, ou não vivesse ele rodeado de alguns dos melhores músicos de acompanhamento de sempre, como o baterista Steve Jordan, que co-produz o álbum, os guitarristas Waddy Wachtel e Larry Campbell, o teclista Spooner Oldham ou as vozes do cantor Aaron Neville e da bem conhecida Norah Jones”, explica a editora Virgin.
O álbum fica à venda depois de mais uma digressão mundial dos Rolling Stones, que termina este mês, para que Keith Richards tenha disponibilidade de se concentrar na promoção de “Crosseyed Heart”.  Anteriormente, o guitarrista dos Rolling Stones tinha gravado os álbuns de originais “Talk is Cheap” em 1988 e “Main Offender” em 1992, e um álbum ao vivo em 1988. Os Rolling Stones já não apresentam material novo desde 2005, o que não os tem impedido de efectuar digressões e continuarem activos noutras frentes.
Ainda recentemente foi publicado o livro de fotografias da banda Rolling Stones, pela editora Taschen, e ficou a saber-se também que no próximo ano a Galeria Saatchi de Londres realiza a sua primeira grande exposição sobre o grupo, intitulada “Exhibitionism”, com 500 peças de arte.
A exposição, que abre portas a 6 de Abril de 2016, fica patente até Setembro do mesmo ano, e é dividida em nove espaços, nos quais se pode observar, entre outros, maquetes de cenários, guitarras e outros instrumentos, gravações inéditas e videoclipes que nunca foram exibidos. Depois de sair de Londres, “Exhibitionism” inicia uma digressão mundial com uma duração de quatro anos.

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