Concerto em Luanda com Ne-Yo e Boss AC

Roque Silva|
19 de Dezembro, 2014

Fotografia: Divulgação

Um concerto alusivo à quadra festiva, com a participação de cantores nacionais e internacionais tem lugar amanhã, a partir das 17h00, no Estádio dos Coqueiros, em Luanda.

Kizomba, kuduro, afro-house, rap e r&b são os géneros do espectáculo, que tem como cartaz o músico norte-americano Ne Yo e o rapper Boss AC, um dos pioneiros do hip hop português.  O concerto, denominado “Show Boas Festas Unitel”, tem ainda a participação de Yola Semedo, Ary, Bruna Tatiana, Chelsy Shantel, Nsoki, Anna Joyce, Telma Lee, Eva Rap Diva, Army Squad, Yannick Afroman, Kalibrados, NGA, Zona 5, Bruno M, Nacobeta, Agre G, BZB, The Groove, Dicklas One, e os DJ Znobia, Djeff e Paulo Alves.
Gisela Almeida, da Comunicação e Imagem da Unitel, empresa que realiza o concerto, revelou que as vozes femininas convidadas vão fazer duetos e interpretar ainda temas individuais, enquanto os kuduristas e os cantores de afro-house actuam em simbiose com os DJ convidados.
Os convidados internacionais chegam hoje, o mesmo dia em que fica montado o palco. “O concerto  vai ser diferente das edições passadas. Temos surpresas, pois os artistas estão a ensaiar há algum tempo com as suas bandas”, disse. Ne Yo vem pela primeira vez a Angola numa altura que promove três temas do disco “Money can’t buy”, com o lançamento previsto para o dia 27 de Janeiro, nos EUA. “Money can’t buy” tem a participação de Young Jeezy e Juicy J. Actualmente tem mais de cinco milhões de visualizações no youtube. Ne Yo é um dos mais jovens ídolos do género hip hop, apesar de conquistar poucos prémios nos concursos de música norte-americanos, onde tem presença habitual, como nomeado, desde o ano de lançamento do primeiro álbum “In my own Words” (2006). O cantor conquistou, em 2009, o Grammy, de melhor voz masculina de r&b, com “Miss Independent”. O músico Boss AC, outro convidado de destaque, foi nomeado para o MTV Europe Music Award, na categoria de melhor artista português, em 2006 e 2007, feito nunca antes alcançado por um artista português.  Com uma carreira construída nos anos 80, Boss AC é um dos nomes mais aclamados do rap feito na lusofonia e a fonte de inspiração de cantores angolanos e estrangeiros.

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