Cultura

Tabanka Djaz e Jorge Neto actuam em Luanda

Roque Silva |

Tabanka Djaz regressa uma vez mais a Angola para dois concertos na província de Luanda, na sexta-feira, às 21h00, no Centro de Conferência de Belas (CCB), e no domingo, às 14h00, no Clesort Kikuxi, em Viana, com produção da LS Republicano.

Conjunto guineense regressa à capital angolana na máxima força para dois espectáculos
Fotografia: Edições Novembro

O primeiro espectáculo tem garantida as atracções do cantor cabo-verdiano Jorge Neto e de Paulo Flores, enquanto Yola Semedo é a voz angolana que representa o país no segundo espectáculo.
Cada artista tem uma hora para “matar” saudades  com os convivas que se deslocarem ao espectáculo no CCB, localizado no Futungo de Belas. Yola Semedo faz uma performance de 30 minutos, enquanto os estrangeiros actuam por uma hora no município de Viana.
Os dois concertos são considerados “convívio das recordações”, a julgar pelo repertório nostálgico dos artistas com êxitos superiores a 15 anos, em mais de 20 anos de carreira artística.
Paulo Flores, no país desde a semana passada depois de uma digressão pela Europa, faz-se acompanhar da sua banda onde figuram nomes como Pirika Duia (violão) e Gobliss (teclas).
A performance de Jorge Neto é suportada pelo conjunto Da Banda, liderada por Dalú Roger. Autor de “Amor Ideal”, segundo o director-geral da empresa que produz os concertos, traz na sua bagagem os sucessos da banda Livity, na qual é o vocalista, e detentor de êxitos que fazem as delícias dos apreciadores da música cabo-verdiana.
O conjunto guineense vem na sua máxima força, com Micas, Zé Carlos e Juvenal Cabral. Os preços dos bilhetes variam dos sete aos 35 mil kwanzas, e neste momento restam ser vendidos 400 dos mais de dois mil ingressos para o concerto no Centro de Conferência de Belas e 200 dos 500 ingressos disponíveis para o segundo dia.
Fernando Republicano disse que a LS Republicano vai continuar a apostar na promoção, edição, agenciamento dos talentos angolanos e na produção de espectáculos em Angola de artistas internacionais para divulgar a cultura e criar uma maior aproximação entre os artistas angolanos e estrangeiros, apesar da crise que o país vive.

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