Trajecto da cantora Bjork apresentado em exposição


23 de Fevereiro, 2015

Fotografia: Reuters

A cantora Bjork apresentou ontem as primeiras criações musicais destinadas a uma exposição sobre a artista, que fica patente de Março a Junho, no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA).


Entre os temas apresentados pela cantora islandesa o destaque é “Black Lake”, uma canção do último disco, “Vulnicura”, editado a 20 de Janeiro no iTunes, dois meses antes do previsto, depois de ter ido parar à Internet.
A exposição, que abre em 8 de Março, inclui uma instalação sonora que é a peça central da mostra, resultante de uma colaboração entre a cantora islandesa, os especialistas em 3D da Autodesk e o realizador Andrew Thomas Huang, com quem a artista trabalhou no vídeo “Mutual Core”.
O projecto vai buscar o título a uma canção do último disco de Bjork, “Vulnicura”, mostra ao público, num misto de ficção e biografia, o trajecto da artista, num texto da própria e do poeta islandês Sjón Sigurdsson.
A mostra inclui trabalhos resultantes de outras parcerias com fotógrafos e designers de moda, que uniram esforços para fazer uma retrospectiva dos 20 anos de carreira da artista.
“O percurso é repartido por várias salas. Cada uma das delas é dedicada a um álbum a solo da artista islandesa”, anunciou o MoMA. Apenas cem pessoas podem entrar de cada vez no espaço da exposição, que começa em 1993, ano em que foi lançado o primeiro CD de Bjork, “Debut”.
“ Além de música, há comentários de Sjón Sigurdsson, da actriz Margrét Vilhjálmsdóttir e da própria Bjork”, refere um comunicado da direcção do museu de arte moderna.
A cantora, destaca o MoMA, é como “um ícone contemporâneo cujas contribuições para a música, vídeo, cinema, moda e arte influenciaram uma geração a nível mundial”.
Bjork tem agendados vários concertos em Nova Iorque na semana anterior à inauguração da exposição.

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