Aumentar acervo para atrair público


30 de Agosto, 2015

A cooperação com museus nacionais e estrangeiros que conservam artefactos e documentos que reportam o tráfico de escravos consta dos desafios da direcção do Museu Nacional da Escravatura para tornar as exposições mais atractivas ao público, informou ontem sexta-feira em Luanda o director da instituição.

Vladimir Fortunato disse à Angop que a intensificação da cooperação se destina à área de recolha de artefactos, bem como toda a produção plástica sobre o tráfico negreiro produzida por europeus e africanos.
O responsável pediu ainda uma maior investigação sobre as antigas fazendas coloniais que foram palco do tráfico negreiro, assim como o espaço circundante ao Museu Nacional da Escravatura com grandes possibilidades de aquisição de material para enriquecer o acervo museológico. “Temos fortes possibilidades de aumentar o acervo da instituição, uma vez que a maior parte dos lugares e memória de tráfico de escravo ainda não foram objecto de estudo e de exploração completa”, acrescentou.
O Museu Nacional da Escravatura localiza-se no Morro da Cruz, na cidade de Luanda. Dedicado à memória da escravatura, é uma destacada instituição cultural do país.

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