Cultura

Cabo Verde manifesta profunda satisfação

O presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, Charles Akibode, considerou fundamental a inclusão da histórica cidade de Mbanza Kongo na lista do património mundial cultural, por dignificar o continente africano.

Especialistas durante os trabalhos arqueológicos no Zaire
Fotografia: Adolfo Dumbo | Mbanza Kongo | Edições Novembro

Ao falar numa sessão de esclarecimento a técnicos da Tanzânia, na defesa da qualidade do projecto apresentado pelo Governo angolano, o responsável cabo-verdiano afirmou que a entrada de Mbanka Kongo na lista representa um grande ganho para África, que vê aumentar o número de bens sob protecção da UNESCO.
O centro histórico e cultural de Mbanza Kongo foi inscrito na lista do Património Mundial da Unesco por votação unânime dos membros deste órgão reunidos de 2 a 12 deste Julho, na sua 41.ª Sessão, na cidade de Cracóvia, Polónia.
Desde a fundação do Reino do Kongo, no século XIII, Mbanza Kongo foi a capital, o centro político, económico, social e cultural, sede do Rei, a sua corte e centro das decisões. Mbanza Kongo foi, no século XVII, a maior cidade da Costa Ocidental da África Central, com uma densidade populacional de 40 mil habitantes nativos.

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