Coliseu de Roma continua restauro


23 de Julho, 2014

A empresa encarregada de restaurar o Coliseu de Roma, que teve de interromper o trabalho por haver outra a reivindicar o direito de o fazer, foi autorizada pelo tribunal a retomar a actividade.

A restauração do Coliseu, outrora palco de lutas de gladiadores e reencenações de batalhas romanas, é financiada por um fundo privado de 25 milhões de euros. O Conselho de Estado, a última instância dos tribunais italianos, declarou que a Gherardini, que já tinha iniciado as obras, podia continuar os trabalhos por a empresa Lucci não ter capacidade técnica para restaurar o monumento, construído no século I d.C.
O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, foi construído no período da Roma Antiga. Deve o nome à expressão latina Colosseum devido à estátua colossal do imperador Nero, que ficava perto do edifício.  O Coliseu, no centro de Roma, é uma excepção entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitectónico. Originalmente, capacidade para 50 mil pessoas, tinha 48 metros de altura e era usado para vários espectáculos. Semorou entre oito a dez anos a ser construído.
O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 400 anos. O último registo foi no século VI da nossa era, bastante depois da queda de Roma em 476.  O edifício, que deixou de ser usado para entretenimento no começo da Idade Média, foi depois usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão.
Embora em ruínas, o Coliseu continua a ser uma das maiores atracções turísticas em Roma e em 7 de Julho de 2007 foi eleita umas das “Sete Maravilhas do Mundo Moderno”.

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