Cultura

Cultura e Turismo querem participação activa de foliões

A necessidade de a sociedade civil participar activamente na maior manifestação cultural (Carnaval), para tornar a festa mais abrangente e atractiva, congregando o maior número de foliões foi destaque terça-feira, em Luanda, num encontro entre os ministérios da Cultura e da Hotelaria e Turismo, patrocinadores e parceiros do Entrudo.

União Mundo da Ilha é o vencedor da última edição e mais titulado no Entrudo luandense
Fotografia: Kindala Manuel|Edições Novembro


No encontro, que serviu para recolha de contributos e para apresentação do Carnaval 2018, as ministras da Cultura, Carolina Cerqueira, e da Hotelaria e Turismo, Ângela Bragança, consideram fundamental a acção destes, por permitir com que a festa carnavalesca seja dançada em todas as comunidades e vista como fonte de resgate, valorização e de transmissão dos valores culturais, da ancestralidade e da angolanidade.
A ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, que apontou para a necessidade de os patrocinadores reforçarem o seu contributo, adiantou que a maior envolvência vai contribuir para o processo de internacionalização das artes e da cultura angolana.
Carolina Cerqueira afirmou que o Carnaval deve reflectir a história de Angola, a cultura angolana, razão pela qual deve congregar a todos, para que a festa se torne cada vez mais internacional. Para a edição 2018, Carolina Cerqueira disse que o Carnaval de Luanda vai contar, entre outros, com grupos das províncias de Cabinda, Benguela e Malanje, como forma de o tornar mais nacional.
A ministra da Hotelaria e Turismo, Ângela Bragança, frisou que o casamento Cultura e Turismo é essencial no processo de internacionalização da cultura angolana, visto que a divulgação da cultura nacional além-fronteiras poderá atrair mais turistas ao país por altura do Carnaval.
Ângela Bragança afirma que o Carnaval pode ser visto como uma actividade rentável, gerando renda para os agentes envolvidos neste segmento cultural.

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