Moçambique participa na Bienal de Veneza


14 de Março, 2015

Fotografia: reuters

O actual director artístico da Bienal de Veneza, Okwui Enwezor, deu a conhecer, ontem, alguns detalhes da 56ª edição da mais importante bienal de arte do mundo, entre eles a participação, pela primeira vez, de Moçambique, Grenada, Mongólia, Maurícias e Seicheles.

A decorrer até 22 de Novembro, Veneza’2015 conta também com alguns regressos: Equador, Filipinas e Guatemala voltam depois de décadas de ausência, aumentando para 89 o número de participações.
Okwui Enwezor informou ainda à imprensa, no edifício sede da bienal, os nomes de alguns dos artistas que convidou para a exposição “All the World’s Futures” (“Todos os futuros do mundo”), entre eles o Raqs Media Collective, Walead Beshty, Philippe Parreno, Oscar Murillo, Fabio Mauri, Jeremy Deller, Marlene Dumas, Hans Haacke, Isa Genzken, Glenn Ligon e a dupla Allora & Calzadilla.
Paolo Baratta, o presidente da bienal, disse que esta exposição, que tem como comissário Okwui Enwezor, reflecte a “era da ansiedade” em que vivemos. “O mundo exibe hoje profundas divisões e feridas, pronunciadas desigualdades e incertezas face ao futuro. Apesar do progresso feito em conhecimento e na tecnologia, estamos actualmente a negociar a era da ansiedade. O objectivo desta exposição é estudar como as tensões do mundo exterior agem sobre as sensibilidade e as energias vitais e expressivas dos artistas, sobre os seus desejos e a sua canção interior”, disse. Este ano, destacou, Veneza apresenta 136 artistas de 53 países dos quais 88 estão na bienal pela primeira vez.

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