Museu do Louvre de Paris recebeu milhões de visitas


8 de Janeiro, 2015

Fotografia: Divulgação

O Louvre de Paris, o museu mais visitado do mundo, recebeu no ano passado 9,3 milhões de pessoas, um nível equivalente ao de 2013, com 70 por cento de estrangeiros.

As colecções permanentes receberam 100.000 visitas mais, algo que o Museu do Louvre vinculou, em comunicado, à renovação das suas salas dedicadas à arte do século XVIII e à nova apresentação de “A Victoria de Samotracia”.
Entre o público estrangeiro, as nacionalidades com mais visitas foram os norte-americanos, os chineses, os italianos, os britânicos e os brasileiros.
Mais de metade dos que percorreram as suas salas eram menores de 30 anos, com 1,9 milhões no grupo de idade entre 18 e 25 anos.
As entradas gratuitas chegaram aos 40 por cento, num ano em que se restringiu a operação que permite visitar os fundos no primeiro domingo de cada mês ao período que vai de Outubro a Março.
No espaço Napoleão organizaram-se duas exposições temporárias, a das obras-primas do Louvre de AbuDhabi, pela qual passaram 132.000 pessoas, e a dos tesouros de Marrocos medieval, com 150.000. Fora de Paris, o Louvre também montou exposições, como a de cerâmica do México e a do faraó Sesostris III, em Lille, ou outra sobre os retratistas e paisagistas ingleses de Gainsborough a Turner, em Valence e Quimper.
A sua extensão na cidade de Lensatraiu 1,5 milhão de visitantes, dois anos após a sua abertura. Quanto ao seu site, teve 14 milhões de internautas que a percorreram, com 2,3 milhões de assinantes das redes sociais, dos quais 1,6 milhões no Facebook.
O museu tinha chegado aos 9,7 milhões de visitantes em 2012, “um ano excepcional” marcado pela inauguração de um novo departamento de Artes do Islão e por duas exposições com grande êxito, “Santa Ana”, de Leonardo da Vinci, e “Rafael”.
O Museu do Louvre, instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rival dos Champs-Élysées, e dá forma ao núcleo que começa no AxeHistorique.
É onde se encontra a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes colecções de artefactos do Egipto antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa.

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