Cultura

Unesco certifica Mbanza Kongo

Angola recebeu na sexta-feira, na sede da UNESCO, em Paris, o certificado da inscrição do centro histórico de Mbanza Kongo como Património Mundial da Humanidade.

Ministra da Cultura exibe o certificado da UNESCO
Fotografia: Edições Novembro |

Na cerimónia de entrega do certificado à ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, a directora do Centro do Património Mundial da UNESCO, Mechtil Rossler, felicitou Angola pelo valor universal excepcional amplamente reconhecida dos vestígios do Centro Histórico de Mbanza Kongo.
Mechtil Rossler sublinhou a importância do projecto com carácter de integração social, cultural e suporte para o desenvolvimento sustentável da sub-região da África Central.
A ministra Carolina Cerqueira reiterou os agradecimentos aos que apoiaram Angola na identificação e valorização dos atributos históricos, culturais e religiosos de Mbanza Kongo, capital do antigo Reino do Congo.
A ministra da Cultura deu a conhecer aos presentes o sentido da digressão efectuada à RDC, Gabão e Congo-Brazzaville, onde levou a mensagem do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, aos seus homólogos pelo contributo prestado em prol deste projecto de valores culturais, ancestrais e religiosos capaz de promover a cultura de paz, desenvolvimento social e económico sustentável.
A governante disse que a preservação e protecção do património cultural em Angola faz parte da agenda política e do Programa Nacional de Desenvolvimento, tendo revelado a intenção de se promover,  com a UNESCO, a criação em Angola de uma Cátedra especializada em matéria do património cultural.
A ministra considerou de grande valia e oportuna a abordagem do Projecto Mbanza Kongo, na sua fase subsequente, na ética da integração social, económica e do desenvolvimento sustentável quer no país quer na sub-região da África Central.
Carolina Cerqueira afirmou que com a inscrição do Centro Histórico de Mbanza Kongo na lista do Património Mundial, a antiga capital do Reino do  Kongo honra Angola, e em geral o continente africano, por valorizar “a rica história” das comunidades da região.

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