Cultura

Paulo Flores quer indústria musical

Paulo Flores defendeu na segunda-feira, no Lubango, a criação de indústrias discográficas no país, para contribuir para o programa de desenvolvimento cultural e a diversificação da economia nacional.

Músico defende criação de indústria musical
Fotografia: Dombele Bernardo| Edições Novembro

O também compositor fez estas declarações à Angop, depois de  ter participado no fim-de-semana num show  musical no Lubango.
O autor de “Baju” sublinhou que, havendo fábricas de discos, se vai fortalecer a produção da música em vários géneros, sem depender da aquisição deste produto a partir do exterior, principalmente nesta época de aperto, como resultado da conjuntura económica e financeira mundial.
“A indústria de discos vai sustentar um nível cultural no mundo artístico e, em consequência, vai haver uma comercialização a preços mais baixos para facilitar que o consumidor possa comprar sem quaisquer sobressaltos”, disse.
Nascido em Luanda, em 1972, Paulo Flores tem vários discos publicados, com destaque para“Kapuete Kamundanda”, “Sassassa”, “Coração Farrapo”, “Cherry”, “Brincadeira Tem Hora”, “Inocente”, “Perto do Fim”, “Recompasso”,  “Xé Povo”, “Inocenti”, “Best Of” “Candongueiro Voador” e um DVD ao vivo.

Tempo

Multimédia