Pinda Simão elogia projecto

Manuel Abano |
18 de Junho, 2014

Fotografia: Paulino Damião |

O ministro da Educação, Pinda Simão, afirmou na segunda-feira, em Luanda, que os serviços oferecidos pela Casa da Cultura Malta da Paz e da Alegria, através das oficinas de artes, devem ajudar as crianças a aumentar conhecimentos sobre a cultura angolana.

O ministro, que falava no acto inaugural do espaço cultural infantil, localizado no Benfica, disse esperar que as crianças possam tirar o máximo rendimento do projecto, para surgirem novos talentos e despertar o gosto pelas artes.
Ao referir-se aos programas incrementados, afirmou que eles vão facilitar e encorajar as crianças a obterem mais e melhores conhecimentos  dos factores culturais que identificam Angola, o que beneficia grandemente a formação intelectual e cultural dos mais pequenos.
Cláudio Holanda, director executivo da Casa da Cultura da Malta da Paz e da Alegria, disse que o objectivo é oferecer às crianças uma “experiência única e, ao mesmo tempo, multidisciplinar, com oficinas de artes visuais, teatro, música, cinema, literatura, gastronomia e  outras vivências  enriquecedoras para a formação pessoal, cultural e ética”.
Para os adultos, explicou, a instituição oferece  todas noites e ao fim-de-semana oficinas de criação de rendimento, actividades  de  formação de desenvolvimento humano, promovendo maior qualidade  de vida. “Conviver com os angolanos tem sido uma experiência enriquecedora, pela alegria transmitidas pelas pessoas, mesmos vivendo em situação difíceis”, disse Cláudio Holanda, de nacionalidade brasileira.
Cremilda de Lima, uma das convidadas que partilhou histórias com as crianças, incentivou o surgimento de outros projectos semelhantes, que permitam a criação de espaços onde se possa dar continuidade de leitura e ensinamento de outras artes.
Com estas iniciativas, acrescentou a escritora, pode-se estimular talentos que andam perdidos para a escrita, pois “escritores de literatura infantil e histórias infantis existem muito poucos”.
Durante a cerimónia inaugural da instituição, foi inaugurada uma exposição do artista plástico Mayembe, com dez obras que ficam patentes durante um mês.

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