Plágio de obras está activo por falta de maior controlo


21 de Maio, 2016

A falta de um código de barras, norma que serve para identificação de produtos no sistema de vendas, é para o secretário-geral da União dos Escritores Angolanos, Carmo Neto, um dos factores que facilitam o plágio das obras artísticas.

Carmo Neto disse que a questão dos direitos de autor ainda encontra algumas lacunas e, por isso, muitos livros são vendidos sem o código de barras. “É preciso defender o artista nesse contexto”, frisou.
A União dos Escritores Angolanos (UEA) está a trabalhar para proteger as obras dos autores nacionais, tanto no formato clássico quanto na Internet. “Queremos criar um projecto mais amplo, capaz de defender o criador angolano até mesmo das actuais ‘investidas’ das novas tecnologias de informação, muito usadas pelos jovens”, disse. Para o secretário-geral da UEA, é importante também que os criadores angolanos façam o registo das obras, de modo a evitar o plágio e garantir a exclusividade dos seus trabalhos.
“O registo dá garantia definitiva da autoria e evita o uso inadequado do produto. É uma medida que serve de grande ajuda dentro desta iniciativa de protecção da criatividade intelectual dos autores angolanos”, explicou Carmo Neto, acrescentando que os artistas devem procurar saber mais sobre os seus direitos nas instituições onde estão filiados.
A nova Lei dos Direitos de Autor e Conexos foi instituída em 2014 para dar uma maior protecção para a propriedade intelectual.

capa do dia

Get Adobe Flash player




ARTIGOS

MULTIMÉDIA